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O som do sitar não pede licença — ele entra devagar, desenha o ar e, quando você percebe, já mudou o clima inteiro do lugar. Misturar tradição indiana com jazz contemporâneo não é apenas cruzar estilos; é criar um território novo, meio hipnótico, meio elétrico.
E é exatamente essa sensação que acompanha a chegada de Anoushka Shankar a Curitiba, no dia 21 de março de 2026 (sábado), com a turnê Chapters Tour.
Quando a herança vira linguagem própria — a trajetória da artista com 14 indicações ao Grammy
Filha de Ravi Shankar, um dos nomes mais influentes da música no século XX, Anoushka poderia ter seguido um caminho previsível. Preferiu não. Construiu uma trajetória singular, com 14 indicações ao Grammy, dialogando com o jazz, a música eletrônica e outras paisagens sonoras sem jamais perder a raiz clássica indiana.
Pela primeira vez no Brasil, ela sobe ao palco da icônica Ópera de Arame, dentro da programação do Curitiba Jazz Sessions, prometendo um espetáculo raro e imersivo — daqueles que não ficam só na memória, ficam no corpo.
E convenhamos: assistir a um show assim em Curitiba tem um charme extra. A cidade já tem uma relação íntima com arte e arquitetura, como quem passeia pelo Passeio Público percebe ao descobrir cinco detalhes curiosos que contam muito sobre a alma curitibana.
A cidade entra na frequência — o que fazer em Curitiba além do show
Existe algo curioso quando um evento desse porte acontece: a cidade parece ajustar o próprio ritmo. Cafés ficam mais cheios, conversas ficam mais musicais, e a expectativa toma conta das agendas. Quem vem para a apresentação costuma estender a estadia, afinal sempre aparece algo novo no radar quando se começa a explorar o que fazer em Curitiba além do óbvio.
A apresentação acontece na Ópera de Arame, um dos cartões-postais mais emblemáticos da capital paranaense, cercado por natureza e com uma acústica que transforma cada nota em experiência física.
Ingressos estão disponíveis online, e a procura acompanha a grandiosidade do evento. Afinal, não é todo dia que uma artista desse calibre cruza o oceano para tocar aqui.
Entre trilhos, sons e novas histórias — passeio de trem pela Serra do Mar e mais
Quem vem de fora costuma se surpreender com o jeito organizado e, ao mesmo tempo, criativo da cidade. No embalo cultural, até o clássico trajeto de trem pela Serra do Mar ganha outro significado para quem quer absorver a experiência da cidade por completo.
E tem quem chegue por causa de uma noite especial e comece a considerar como seria transformar essa visita em rotina, entendendo melhor como é viver na capital paranaense no dia a dia.
Porque a verdade é uma só: eventos como esse não acontecem isolados. Eles ativam desejos maiores — de conhecer, de ficar, de voltar.
Onde a música descansa — hotéis em Curitiba centro para sua estadia

Depois que as luzes diminuem e o último acorde vibra no ar, o corpo pede pausa. E a escolha do hotel deixa de ser logística para virar parte da experiência.
O Hotel Victoria Villa Curitiba, na Av. Sete de Setembro, conversa bem com quem quer circular pelo centro expandido com facilidade.
O Hotel Golden Park Curitiba, próximo à Rodoferroviária, é estratégico para chegadas noturnas e deslocamentos rápidos.
O Hotel Dan Inn Curitiba, ao lado do Teatro Guaíra, combina perfeitamente com quem viaja movido por agenda cultural.
O Nacional Inn Curitiba Estação, perto do Shopping Estação, equilibra praticidade urbana e descanso.
E o Nacional Inn Torres Curitiba, em localização central, cumpre o papel de base funcional para explorar tudo com fluidez.
Hotéis da Rede Nacional Inn acabam surgindo assim: não como protagonistas, mas como extensão natural de uma noite que começou na Índia, atravessou o jazz e encontrou eco em Curitiba.
A música atravessa fronteiras; a experiência continua na cidade. E algumas noites simplesmente merecem virar viagem completa.