Do fogão a lenha à Condé Nast Traveler: Minas Gerais é destino gastronômico de 2026

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O cheiro de café passado na hora, o queijo cortado ainda frio, o fogão que esquenta a cozinha antes mesmo do sol aparecer. Minas Gerais começa assim: pelo estômago, pela memória, pelo afeto.

Comer em Minas nunca foi só sobre matar a fome — é sentar sem pressa, ouvir história antiga, repetir o prato porque alguém insistiu com carinho. E talvez seja exatamente por isso que o mundo resolveu olhar com mais atenção.

Em 2026, a prestigiada Condé Nast Traveler colocou Minas Gerais entre os melhores destinos gastronômicos do planeta, como o único representante brasileiro na lista dos melhores destinos gastronômicos de 2026. Não foi modismo, nem acaso. Foi reconhecimento de um jeito de cozinhar que respeita o tempo, o território e quem está à mesa.

Quando a tradição mineira vira notícia internacional

A reportagem da Condé Nast Traveler trata Minas como um daqueles tesouros que o turismo internacional ainda está descobrindo. A comida aparece como fio condutor de tudo: cultura, arquitetura, saberes populares, hospitalidade. O famoso “come bem e conversa melhor” ganhou status global.

O destaque vai para o Queijo Minas Artesanal, reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO, para o café de origem e para os modos de fazer que atravessam gerações. Ao mesmo tempo, a revista aponta algo interessante: Minas não vive só de passado. Jovens chefs, mercados renovados e novas leituras da cozinha tradicional mostram que o estado sabe inovar sem perder o sotaque.

Gastronomia em Poços de Caldas: onde comer bem vira programa

Dentro desse cenário, Poços de Caldas aparece como um prato cheio. A cidade mistura tradição, natureza e uma cena gastronômica que conversa com o reconhecimento internacional de Minas.

Restaurantes que valorizam ingredientes locais, receitas que respeitam o sabor original com pratos típicos de Minas Gerais e aquela sensação boa de comer algo simples, mas feito com cuidado. Comer em Poços de Caldas é menos sobre rótulos e mais sobre experiência — da mesa farta ao café servido sem pressa.

Turismo gastronômico: o sabor nasce antes do prato

Nos arredores de Poços de Caldas, o turismo gastronômico revela de onde tudo vem. Queijarias artesanais, pequenas produções de vinho, cafés especiais, fazendas abertas à visitação — a região oferece uma gastronomia em Poços de Caldas que vai muito além do restaurante.

É ali que o discurso da revista ganha forma: produto com origem, história e rosto. Andar por essas rotas é entender que a gastronomia mineira começa muito antes da cozinha. Começa na terra, no clima, no modo de cuidar.

Entre uma garfada e outra, a cidade se revela

Poços de Caldas também tempera a experiência com seus atrativos turísticos: fontes termais, praças, teleférico, trilhas e uma arquitetura que guarda capítulos importantes da história da cidade. O passado como estância hidromineral conversa com o presente vibrante e acolhedor. Cada passeio acaba pedindo uma pausa para comer. Ou o contrário.

Onde tudo isso faz ainda mais sentido: a hospedagem

Para quem quer viver esse momento de Minas com intensidade, a escolha do hotel entra no jogo. Em Poços de Caldas, a Rede Nacional Inn transforma a estadia em parte da experiência gastronômica e cultural.

O Thermas All Inclusive Resort combina lazer completo com conforto, perfeito para quem quer provar de tudo sem pressa. O Golden Park All Inclusive entrega vista de montanha, boa comida e clima de descanso com entretenimento. Já o Vilage Inn All Inclusive, pertinho do centro, conecta facilmente os sabores da cidade com a praticidade da hospedagem.

Tudo isso no formato all-inclusive, onde o prazer de comer bem continua mesmo depois do passeio.

Minas Gerais no prato, no mapa e na memória

O reconhecimento da Condé Nast Traveler não muda o jeito de Minas cozinhar — apenas confirma o que quem já sentou à mesa sabia. Poços de Caldas entra nessa história como um convite vivo: provar, conhecer, ficar mais um pouco.

Minas está servida. E a melhor parte é descobrir isso no ritmo mineiro: devagar, com conversa e mais um pedacinho de queijo no prato.